Depois de tantos anos no esporte, como jogador, treinador e empresário, tenho a mais absoluta certeza, que um dos gigantes benefícios entre tantos outros nesse esporte é praticar constantemente a solução para diversos itens.
Quando escrevo itens, literalmente são inúmeros, pois o tênis nos treina em diversos aspectos de nossas vidas. Desde seu aprendizado somos desafiados a encontrar soluções. Alguns tem mais facilidade que outros, coordenação, físico etc., mas fazer o cérebro aprender a teoria e colocar na prática, requer muito atrito mental.
Coordenar as alavancas do corpo para gerar um golpe, requer um absurdo de sincronicidades. Tronco, cintura, braços, pernas, movimentos, precisam estar numa perfeita dança para gerar um resultado. A observação constante da engrenagem requer muita sensibilidade e treino.
O paradoxo de estar extremamente concentrado e ao mesmo tempo relaxado só virá com anos de muita prática e observação. A constante observação e estudo dos movimentos nunca terminará.
Até aqui, descrevi somente o aprendizado dos golpes e desenvolvimento. Podemos observar até mesmo os grandes jogadores estão constantemente em evolução, procurando lapidar seus golpes, físico, emocional e mental na procura constante de melhores soluções e resultados.
Meus caros, quando se atinge um determinado nível, onde foi desenvolvido uma determinada característica de jogo, entram a parte mental e emocional, e ai aperta e muito.
Adquirir o controle emocional para performar, requer a observação e resoluções constantes internas como; lidar com o medo, decidir quais jogadas executar nos momentos mais assertivos, observar os momentos do jogo e como lidar com os mesmos, saber quando colocar mais intensidade ou não, capacidade de lidar com adversidades, saber dosar a energia que se despende e muito mais.
A capacidade de desenvolver soluções é constante como um jogo de xadrez em movimento e bem mais exigente. Quanto mais se evolui no tênis, as soluções se tornam cada vez mais complexas.
Pratique tênis e seja um mestre em soluções!
Até a próxima matéria. Abraços 🙂







